CONTOS ERÓTICOS

cody

 

CAPÍTULO 1

Ele não era como qualquer garoto que eu já tivesse visto antes. Ele não era apenas simpático, era realmente bonito. Mesmo que tentasse, não haveria jeito de não ter parado o carro e recolhido aquela maravilhosa criatura que pedia carona ali no meio do nada.

Era ainda de manhã cedo e havia neblina no ar. Eu estava em meio a uma das minhas viagens quadrimestrais para tornar minha companhia conhecida de mais áreas rurais de Montana e decidira começar mais cedo de forma a, talvez, conseguir passar a tarde sem ser importunado por médicos da roça tentando conseguir um jantar grátis às custas da companhia. Não que me preocupasse com o custo do jantar, o problema eram os acompanhantes, noite após noite, com discussões intermináveis sobre as doenças locais e que tratamentos haviam tentado. Além disso, como eu não sou um médico, mas um vendedor de remédios de uma grande companhia farmacêutica, geralmente eu não tinha a menor idéia do que estava sendo discutido naquelas noites intermináveis. Nas roças de Montana não há bons restaurantes, mas todos eles servem porções gigantescas de comida, e às vezes eu me sentia grato por levar comigo uma grande provisão de antiácidos.

De qualquer forma, eu saíra de West Yellowstone cedo para conseguir chegar em Ennis no meio da tarde e ainda fazer uma parada em Cameron. Se eu chegasse a Ennis lá pelas quatro horas, poderia seguir para o norte e ter a noite para mim mesmo. O lago Quake já passara a umas sete milhas quando vi aquela figura solitária ao lado da estrada sinalizando com o polegar. Eu não tinha a menor intenção de recolher caroneiros e esta sempre foi minha política. Hoje em dia nunca se é cuidadoso demais. Mas ao chegar perto, pude ver que não era um homem, mas um menino. Eu pude notar que ele tremia de frio e parecia molhado pelo ar matutino. Tudo que ele tinha com ele era uma pequena sacola que pendia de seu ombro. Nunca resisto a olhar um menino pequeno. Diminuí a marcha para poder guardar sua figura em minha mente enquanto seguisse em frente. Seus olhos eram suplicantes e me hipnotizaram no momento em que os vi. Parei bruscamente ao lado da estrada e vi a bela criatura correr em minha direção. Abaixei a janela.

“Pra onde você está indo?”, perguntei, tentando não trair o fato de estar impressionado por ele.

“Pro oeste ou pro norte, senhor” – disse ele.

Era estranho que aquele menino estivesse ali no meio do nada pedindo carona e não tivesse um destino específico.

“Bem, estou indo para Ennis mas tenho de parar em Cameron no caminho. Se você vai para esses lados, entre.” Ele tinha de ir para esses lados, uma vez que eram os únicos lugares aonde aquela estrada ia dar.

O pobre garoto molhado entrou no carro com um olhar de gratidão, jogando sua sacola no banco traseiro. Ele tremia e tentava aquecer os braços enquanto eu seguia em frente. Estava sendo difícil me concentrar na estrada. Tudo que eu queria era poder ficar olhando para o menino.

“O que você estava fazendo aqui perdido no meio do nada?” perguntei, tentando iniciar uma conversa.

“Estava vindo de Cody”, disse ele. Sua voz traía seu tremor e dava a idéia de que ele não gostava de estar sendo interrogado.

“Cody fica muito longe daqui. Você dormiu ao lado da estrada a noite passada?”

O jovem Adonis deu um suspiro.

“Eu tentei dormir no centro de visitantes do Lago Quake, mas eles me puseram para fora. Eu dormi na calçada do lado de fora, depois que todo mundo já saíra.”

“Isto é que é conforto”, comentei. “Acho que ontem à noite choveu um pouco.”

O garoto não sentiu a necessidade de responder a meu comentário. Logo eu percebi que ele tinha adormecido. Ao menos assim poderia olhar para ele sem que ele desse conta.

Tentando não sair da estrada, dava de vez em quando uma olhada no garoto adormecido. Ele usava jeans rasgadas, com buracos nos joelhos de onde saíam os fios, uma camiseta suja e uma leve jaqueta jeans também puída. Isso era tudo. Não servia para lhe garantir muito calor no outono de Montana. Os rasgões poderiam ser propositais, uma vez que esta era a moda agora, mas eu desconfiava que o estado da roupa não se devia à moda. Ele era bronzeado, com brilhantes cabelos castanhos. Suas feições eram perfeitas, orelhas pequenas praticamente cobertas por seu longo cabelo, um nariz de jovem adolescente perfeitamente torneado e lábios que convidavam ao prazer. Seus olhos, agora fechados mas que haviam me capturado instantaneamente ao lado da estrada, eram castanhos esverdeados, com reflexos dourados que penetravam fundo dentro da gente. E tanto quanto eu podia avaliar, seu jovem corpo era incrível. Devia ter um metro e setenta de altura, com longas pernas de adolescente e um torso firme. Aparentava uns treze ou quatorze anos de idade. Se fosse comparar com alguém, lembraria de Noah Hathaway em História Sem Fim, mas aquele garoto era ainda mais bonito.

Deixei o garoto dormir até chegarmos em Cameron. Esta é uma cidade quase de uma rua só, com apenas um grande armazém que também é a farmácia, além de um pequeno restaurante junto. Quando parei no estacionamento, o garoto acordou e me olhou com uma expressão interrogativa.

“Você está com fome?” perguntei. “Parei para comer alguma coisa.”

O menino concordou com a cabeça e seguiu-me até a lanchonete.

“Peça o que quiser, nada aqui é muito caro” disse, encorajando-o.

“Obrigado, senhor” disse ele genuinamente agradecido.

“Meu nome é Jeff” disse estendendo minha mão para ele.

“O meu é Cody” e ele apertou minha mão com firmeza. Pude sentir uma eletricidade percorrer meu corpo àquele toque.

“Como a cidade de que você vinha, não é” disse sorrindo.

“Sim, só que eu não tinha estado lá senão até dois dias atrás, exceto quando eu nasci lá”.

Ele devia estar morrendo de fome. Pediu uma pilha de panquecas e eu o encorajei a pedir também presunto para acompanhá-las. Eu não podia tirar os olhos deles enquanto ele atacava valentemente a comida. Curiosamente suas maneiras à mesa eram melhores do que da maioria dos da sua idade, mas ele não parecia interessado em conversar, era óbvio que ele se concentrava apenas na refeição. Finalmente ele pareceu diminuir o ritmo e finalmente olhou em minha direção.

“Eu fico muito agradecido por isso, senhor. Não comia tanta comida há muito tempo”.

“Chame-me de Jeff” disse. “E você é bem-vindo. Eu tenho de visitar o farmacêutico. Devo levar umas duas horas. Você ainda quer seguir comigo?”

Pela primeira vez o menino esboçou um sorriso. Seus dentes perfeitos combinavam com sua beleza.

“Sim, acho que eu quero… Jeff” respondeu ele. “Eu estou muito cansado. Se você não se importar, eu gostaria de ficar sentado no carro e tentar dormir mais um pouco”.

“Ótimo” disse eu, sentindo-me abençoado de que aquele menino não tivesse pressa de me abandonar. Abri o carro para ele e então me dirigi ao armazém para falar com o farmacêutico.

Afortunadamente, a venda não demorou tanto quanto eu esperava e pude sair de lá pelas onze horas. Cody estava profundamente adormecido quando voltei para o carro e continuou assim pelas onze milhas até Ennis.

Quando cheguei a Ennis, perguntei de novo se ele queria esperar enquanto eu visitava a farmácia e se depois ele queria seguir comigo até Butte.

“Se você não se importa, quero continuar. Vou só dar uma voltinha pela cidade e o encontro aqui dentro de uma hora, mais ou menos”.

Se eu não me importava. Merda, eu esperava que aquele menino quisesse ficar comigo para sempre.

“Ótimo. Mas se por acaso você sentir uma coceira de dar o fora, deixe-me um recado, para que eu não fique esperando à toa”.

“Eu vou com você, mas se mudar de idéia deixo um recado” disse ele, com o esboço de um sorriso.

Eu não podia esperar a hora de me livrar do chato do farmacêutico e me mandar para Butte. Eu antecipava a viagem e o jantar com Cody e estava tão impressionado e curioso sobre ele que não conseguia me concentrar na venda. Finalmente consegui escapar e encontrei Cody sentado no carro como prometera. Paramos num posto de gasolina e comprei um lanche para ele. Finalmente enfrentamos a estrada.

“Então, Cody” comecei, “você vai me contar onde está indo e por que está por aqui inteiramente sozinho? Eu não quero ser intrometido, mas se formos parados pela polícia e eles perguntarem sobre você posso ser preso por rapto ou coisa parecida”.

O menino soltou um suspiro mas começou a falar. Acho que ele estava relutante, mas parecia um pouco mais à vontade comigo à medida que a estrada ia passando.

“Meu padrasto expulsou-me de casa e disse para eu nunca mais voltar. Isso foi há duas semanas atrás, então eu saí por aí pedindo carona”.

“E onde você pretendia ir?” perguntei. Ele encolheu os ombros.

“Não sei. Eu queria conhecer Cody, em Wyoming, onde eu nasci, então fui para lá. Depois disso, fui seguindo para onde iam as pessoas que me davam carona. O pessoal que me pegou em Cody estava indo para Yellowstone e foi por isso que acabei por aqui. O último que me deu carona parou no Centro de Visitantes do Lago Quake para dar um telefonema e parece ter ficado tão aborrecido com o que ouviu que foi embora sem se lembrar de mim”.

Sorte minha, pensei comigo mesmo.

“Aposto que seu padrasto está preocupado com você agora. Sua mãe também.”

“Não está não. Ele nem se importa comigo. E eu não tenho mãe”.

Cody parecia triste.

“E quanto a seu pai de verdade?”, perguntei, evitando mencionar de novo sua mãe.

“Está morto”, disse ele, com um suspiro. “Morreu num acidente de carro quando eu tinha seis anos. Minha mãe casou-se com Jack e então, há três anos atrás, morreu também. Jack nunca gostou de mim, mas eu era parte do pacote de minha mãe. Agora ele cansou de um menino que não é nem seu parente e de quem ele não gosta”.

“Não sei como ele não possa gostar de você”, declarei. “Você parece ser um bom menino”.

Cody sorriu fracamente e não disse mais nada.

Rodamos em silêncio por cerca de quinze minutos. Eu não poderia conceber que alguém não quisesse aquele garoto por perto. Havia provavelmente alguma coisa a mais do que apenas aquilo, mas ele não tocou mais no assunto. Eu mudei de conversa e comecei a falar sobre o que fazia para viver e expliquei que vivia em San Diego e que estava em meio a uma viagem de trabalho. Ele mostrou-se curioso sobre o oceano, dizendo que nunca o tinha visto. Ele perguntou pelo zoológico e pelo Sea World e falamos bastante sobre isso. Finalmente chegamos aos arredores de Butte. Sabia que poderia ser um grande erro, mas não havia jeito de eu não fazer a sugestão:

“Escuta, Cody. Você tem onde ficar esta noite? Eu vou alugar um quarto no motel e duas camas são o mesmo preço de uma. Você é bem-vindo para me fazer companhia”, disse, esperançoso e nervoso ao mesmo tempo.

“Tem certeza de que você não se incomoda?”, perguntou ele olhando-me com seus olhos dourados, buscando qualquer traço de insinceridade.

“Sem problemas. Alugamos um quarto e eu encomendo alguma coisa para o jantar. O que você acha?”

“É muita gentileza da sua parte”, disse ele, e eu pude ver o alívio em sua face por não ter de enfrentar outra noite no frio.

Paramos num motel local que eu costumava freqüentar. Não pensei que o gerente se lembrasse de mim.

“É um prazer vê-lo de novo, Sr. Hastings”, disse ele. “Que é este jovem com o senhor?”

Meu coração sobressaltou-se um pouco mas eu fiz frente ao desafio.

“Oh, este é meu sobrinho, Cody. Ele veio comigo para me fazer companhia nesta viagem”, e pisquei para Cody. “Queremos um quarto com duas camas”.

“É pra já”, disse o gerente.

Parei o carro em frente ao quarto e levei a bagagem para dentro.

Deixei Cody com a cama ao lado do banheiro e fiquei com a do lado da porta. Já era o final da tarde, mas ainda cedo para o jantar. Olhei para o menino e me vi fazendo uma sugestão que poderia ser um outro erro. Realmente eu não planejava aquilo, mas só vi as implicações depois de ter falado.

“Sabe, eles têm um lavanderia aqui no hotel. Eu vou levar alguma roupa para lavar. Se você quiser posso lavar sua roupa também. Ele me parece bastante suja”.

Como disse, depois de mencionar a lavanderia, vi que se o garoto aceitasse ele ficaria nu no mesmo quarto que eu e não sei se conseguiria me controlar. Eu tenho vinte e sete anos de idade e nunca fiz nada com um menino a não ser quando eu também era um menino, mas também nunca estive numa situação em que houvesse alguma tentação. Mas Cody uma vez mais sorriu.

“Isto seria ótimo”, disse ele. “Eu só tenho dois de cada coisa, jeans, camisa, meia e cueca, além dessa jaqueta, e tudo isso está sujo”.

“Ótimo “, disse, sentindo um frio na barriga que eu esperava ele não notasse. “Por que você não vai pro chuveiro e joga suas roupas aqui fora. Eu a levo para a lavanderia. Depois que estiver pronta, vamos jantar.”

“Okay”, concordou ele com um sorriso.

A próxima coisa que eu vi foram suas roupas voando pela porta do banheiro a fora.

“Tudo na minha sacola está sujo também, Jeff. Se você não se importa.”

Abri sua sacola e, a bem da verdade, realmente ele tinha apenas duas de cada coisa. Havia também uma fotografia de um homem e uma mulher que eu achei serem seus verdadeiros pais. Estava envelhecida e amassada, como tudo mais que lhe pertencia. Peguei minhas roupas, as dele, e fui até a lavanderia. Cinco minutos depois estava de volta e pude ouvir o chuveiro correndo. Eu queria desesperadamente entrar lá, mas melhor era não fazê-lo. Tinha de resistir a esses impulsos e contentar-me com sua companhia, pelo tempo em que ele quisesse ficar comigo. Resolvi dar uma olhada nas ordens de venda dos últimos dois dias.

A porta do banheiro se abriu e Cody apareceu com apenas uma toalha enrolada na cintura. Meus olhos colaram-se nele instantaneamente. Ele tinha o peito e a barriga perfeitos, ambos mostrando os sinais de sua saída da infância e ingresso na adolescência. Seus mamilos eram róseos e eretos e o umbigo uma pequena marca estendida verticalmente. Suas pernas longas eram cobertas com uma leve penugem castanha, esparsa mas visível, traindo seu desenvolvimento. Deus, aquele garoto era perfeito. Quanto que eu não queria que aquela toalha caísse e o centro de sua juventude ficasse à mostra.

“Sente-se melhor?”, perguntei, esperando que ele não tivesse notado a rápida inspeção que fizera dele.

“Sim, muito melhor”, respondeu ele, não parecendo nem um pouco embaraçado por estar seminu em frente a um estranho que ele tinha encontrado apenas dez horas antes.

“Aqui está uma camiseta minha para você botar até que suas roupas fiquem prontas”, disse, jogando-a para ele. Como eu invejava aquela camiseta a deslizar pelo corpo do garoto. Ela era suficientemente grande para cobri-lo até o meio das cochas, então ele jogou a toalha de lado após vesti-la. “Vamos fazer hora vendo um pouco de TV enquanto as roupas não estão prontas”.

“Ótimo”, disse Cody jogando-se na cama enquanto eu ligava o aparelho.

Eu fui até o banheiro umas duas vezes, a cada vez dando uma olhada de esguelha para ele, na esperança de ver um relance do que estava por debaixo da camiseta, mas não tive sorte. Afinal, as roupas ficaram prontas, eu as trouxe para o quarto e joguei-as em cima das camas. Comecei a separar as minhas enquanto Cody pegava as dele. Para minha surpresa, ele não foi até o banheiro para se trocar. Apenas virou-se de costas para mim e tirou a camiseta. Eu fiquei imediatamente mesmerizado pelos dois globos, estreitos mas perfeitamente redondos, de sua bunda. Haveria alguma coisa naquele garoto que não fosse perfeita?

Eu não olhei por muito tempo mas aquela primeira visão de seu traseiro ficaria marcada para sempre em minha memória. Ele vestiu uma cueca, virou-se e jogou-me de volta a camiseta.

“Obrigado”, disse ele.

Infelizmente ele acabou de se vestir e nós saímos em busca de alguma coisa para comer. Achamos um pequeno café e sentamos numa mesa de canto. Pela primeira vez Cody iniciou a conversa.

“Para onde você está indo amanhã?”, perguntou.

“Vou ficar por aqui”, disse-lhe. “Tenho algumas farmácias e alguns médicos para visitar de modo que vou passa mais uma noite na cidade. E quanto a você?”

Ele parecia preocupado.

“Não sei”, disse, finalmente.

“Bem”, comecei, cheio de esperança, “já paguei o quarto mais uma noite. Eles têm uma piscina interna por aqui e um quarto de milha estrada abaixo há um parque. Você pode também passar mais um dia aqui, se quiser”.

“Você não se importa”, perguntou ele.

“Nem um pouco”, disse eu, meio embaraçado pela escolha das palavras. “Aprecio sua companhia”.

Pela primeira vez então ele riu, uma maravilhosa risada de um menino que já vai se tornando um homem.

“Negócio feito” – e acrescentou sorrindo – “tio Jeff.”

Foi a minha vez de rir.

CAPÍTULO 2

Voltamos para o quarto e depois de umas duas horas de televisão fomos dormir. Mais uma vez tive o prazer de ver Cody se despindo. Não sei se iria conseguir dormir com aquela belíssima criança ali na cama do lado. Eu o memorizei apenas de cueca, enfiando-se sob os lençóis, quando apaguei a luz. Ele dormiu quase imediatamente, respirando suavemente, satisfeito. Imaginei se ele continuaria comigo amanhã. Finalmente adormeci.

Na manhã seguinte, trouxe café da manhã para os dois, entreguei-lhe a chave do quarto e saí para minhas visitas. Dei-lhe cinco pratas para ele comprar alguma coisa para o almoço, se quisesse. Ele pareceu genuinamente agradecido. Foi difícil eu me concentrar no trabalho nesse dia. A cada cinco minutos a imagem de Cody se intrometia em minha mente e eu sentia um frio no estômago de medo de que ele não estivesse no motel quando eu voltasse. Ao final daquele longo dia de venda de remédios disparei de volta ao quarto. Dei um suspiro de alívio quando o vi deitado na cama, lendo uma revista em quadrinho.

“Oi Jeff”, saudou ele, sorrindo.

“Oi Cody”, respondi, devolvendo o sorriso.

“Espero que você não se importe mas usei parte das cinco pratas para comprar esta revista. Também comi um hamburger. Seu troco está sobre a mesa”.

“Não me importo, claro. O dinheiro era seu. O que você fez durante o dia?”

“Não fui nadar porque não tenho um calção”, respondeu ele. “Fui até o parque e fiquei lá um monte de tempo. Encontrei uns garotos da minha idade andando de skate. Me aproximei e fiquei olhando. Eles me deixaram usar um pouco o skate. Foi divertido. Eu costumava andar muito de skate lá na minha casa.”

“Eu não sei quantos anos você tem, Cody”, perguntei, visto que ele mencionara idade.

“Quase quatorze anos”, disse ele, parecendo orgulhoso.

“Temos um aniversário chegando?”

“Sim, dentro de três semanas. Não que isso faça muita diferença.”

“Pode fazer, nunca se sabe. Que mais você fez?”

“Dei umas voltas pela cidade, comi o hamburger, comprei a revista e voltei para o quarto para ler e ver um pouco de TV.”

“Sinto a respeito do calção”, desculpei-me. “Foi burrice minha. Poderíamos ter arrumado um ontem, ou mesmo hoje de manhã.”

“Você já fez muito por mim, Jeff. Na verdade, não sei por que você tem feito tudo isso”, disse ele, afastando os longos cabelos castanhos de sobre os olhos.

“Eu estou fazendo isso porque você precisava de ajuda e me parece ser um excelente menino”, disse-lhe com sinceridade. Mas não acrescentei quanto eu gostaria de tocar cada polegada de seu jovem corpo. De novo ele me fez a mesma pergunta.

“O que você vai fazer amanhã?”

“Voltarei pela rodovia até Billings, com umas poucas paradas no caminho. Você é bem-vindo para vir junto, se quiser”, respondi, mais uma vez esperançoso de que ele quisesse continuar comigo.

“Não tenho nada melhor a fazer”, disse ele. “Além do mais você é muito legal.”

Fiquei vermelho.

“Obrigado, fico feliz com sua companhia. Mas eu tenho de lhe perguntar uma coisa. Eu não posso acreditar que seu padrasto não esteja preocupado com você”.

“Ele não está, não”, retrucou imediatamente.

“Bem, mas eu estou preocupado. Que você acha de me tranqüilizar dando-me seu número de telefone? Eu não sei seu último nome e não saberei que cidade vou estar chamando. Quero apenas dizer-lhe que você está bem e ver o que ele tem a dizer.”

“Ele não está preocupado, Jeff”, disse o garoto incisivo.

“Ouça, Cody. Deixe eu lhe explicar de novo. Eu posso me meter em sérios problemas se a polícia estiver procurando por você e eu estiver levando você pra cima e pra baixo aqui em Montana. Se eu ligar para ele e ele disser que não há problema estará tudo esclarecido e eu não me preocuparei mais”.

Cody suspirou e relutantemente me deu o número do telefone.

“O nome dele é Jack, certo?”

Cody concordou.

Peguei o telefone e disquei o número.

“Alô”, disse uma voz de homem, após a terceira chamada.

“Alô, é o Jack?”, perguntei.

“Quem quer saber”, disse a voz asperamente.

“Meu nome é Jeff e eu peguei seu filho adotivo pedindo carona. Só quero informar-lhe de que ele está bem e ver se há alguma coisa que você queira lhe dizer”.

“Não me importa porra nenhuma se esse veadinho está vivo ou morto. Diga a esse filho da puta que eu não quero ver ele nunca mais e não me ligue de novo para falar dele, seu babaca”, gritou ele, batendo com o fone no gancho.

Eu olhei para o fone em minhas mãos com uma expressão de choque antes de botá-lo no gancho. Todo meu corpo tremia. Cody parecia sofrer.

“Ele disse que não quer me ver mais, não disse?”

Concordei com a cabeça.

“Ele me chamou de veado, não foi?”

Concordei de novo.

Olhei para a bela face do garoto e vi grossas lágrimas começarem a rolar por suas bochechas. Foi tudo o que agüentei. Não pude mais me conter. Sentei na cama a seu lado e botei meu braço por sobre seus ombros.

“Ei, Cody, está tudo bem, cara. Está tudo bem.”

Cody enlaçou-me com seus braços e enterrou a cabeça em meu ombro, chorando com longos e sentidos soluços. Eu o abracei e deixei-o chorar. Entre os soluços, ele pela primeira vez disse um palavrão:

“Aquele filho da puta. Aquele maldito filho da puta. Eu tentava que nem um louco agradá-lo, só por causa de mamãe, mas não podia fazer nada certo. Ele me batia dia sim dia não.”

Eu o abracei mais forte, afagando seus cabelos macios.

“Eu devia me matar e acabar logo com isso”, disse ele.

“Jamais diga ou sequer pense isso!”, exclamei. “Por que você simplesmente não me conta o que aconteceu?”

Ainda chorando e lutando por ar ele disse:

“Você ia me mandar embora também.”

“Esta seria a última coisa que eu faria, Cody. Eu prometo que, não importa o que você me conte, você poderá ficar comigo enquanto quiser.”

Seus olhos magníficos, brilhando com as lágrimas, me deram um olhar suplicante.

“Eu penso que sou mesmo um veado”, deixou ele escapar. “Por isso que Jack me expulsou. Ele entrou de repente no meu quarto e encontrou eu e meu amigo Mark tocando punheta juntos. Ele quase matou Mark jogando-o porta a fora e, quinze minutos depois, jogou-me minha sacola de roupas e me botou porta a fora também. É isso, você pegou um maldito bicha”, soluçou ele.

Se as circunstâncias fossem outras, eu teria ficado imediatamente excitado ante a imagem daquele menino tocando punheta junto com outro, mas aquilo não era erótico. Era imensamente triste. Eu sabia porque já passara por isso quando era um adolescente e tive de admitir para mim mesmo que gostava mais de meninos do que de meninas.

“Todos os meninos fazem essas coisas juntos algumas vezes”, disse eu, tentando reconfortá-lo. Abracei-o de novo. Ele olhou para mim.

“Jeff, eu estou tentando lhe dizer a verdade. Eu gosto de meninos. Nunca fiquei excitado com meninas. Por isso é que eu queria morrer.”

Segurei-o pelos ombros e olhei-o nos olhos.

“Cody, isto não é nada por que se deva morrer. Eu também gosto de meninos”, disse, sentindo que meus olhos também se umedeciam.

O menino me olhou de olhos arregalados.

“Você gosta?”, perguntou.

“Sim, eu gosto. Passei pela mesma coisa quando tinha quatorze anos, só que meus pais não me expulsaram. Mas não foi fácil. Eu nunca podia trazer um amigo para casa, pois eles estavam certos de que eu faria coisas impróprias com ele no meu quarto. Hoje em dia continua sendo um problema, pois eu continuo gostando de meninos, embora não me sinta atraído por homens. Logo meu gosto é ilegal, pois eu gosto de meninos adolescentes, embora nunca tenha tido qualquer experiência sexual com um. Eu jamais poderia fazer mal a um menino. Por Deus, Cody, eu jamais admiti isso para ninguém”.

“Foi por isso que você me deu carona? Você queria fazer sexo comigo?”, perguntou ele, sem condenação em sua voz.

“Eu lhe dei carona porque você é o menino mais bonito que eu já vi e estava com problemas. Não apenas é um menino bonito como também é um dos meninos mais simpáticos com quem já falei. Eu não posso fazer sexo com você, é ilegal e eu iria para cadeia por um século se o fizesse. Você não tem de se preocupar comigo. Eu não vou atacá-lo. Mas eu sei como você está se sentindo e não há nada de errado nisso. Nada se pode fazer a respeito. Não existe uma cura, mais você está em plena juventude e existe um bando de garotos da sua idade que sentem exatamente a mesma coisa. Basta você encontrá-los e então terá apoio, amor e, provavelmente, algum sexo satisfatório”.

“Obrigado, tio Jeff”, disse ele com um fraco sorriso e me abraçando. “Estou feliz de que você me tenha encontrado. Acho que estou bem agora.”

Eu afaguei seus finos cabelos e voltei pra minha cama.

“Que tal celebrarmos nossa saída do armário com um grande jantar?”, sugeri.

“Saída do armário?”, questionou ele.

“Sim, termos admitido que somos uma dupla de bichas”.

Finalmente o garoto sorriu.

“Sim, vamos celebrar”.

Parei numa loja local da Walmart e comprei-lhe duas mudas de roupa. Jeans, camisas, cuecas, meias e novos tênis. “Nada dessas roupas caidonas de gangue”, disse-lhe.

Achamos o melhor restaurante em Butte e pedimos uma refeição completa. Toda aquela tarde deve ter me custado uns 150 dólares, mas Cody estava radiante e vê-lo feliz valia a pena. Finalmente voltamos ao motel e caímos em nossa camas.

“Boa noite, Cody”, disse eu no escuro.

“Boa noite, Jeff, e obrigado”, respondeu ele.

Eu sabia que estivera dormindo mais contente do que dormira por um longo período de tempo quando fui meio acordado no meio da noite. Eu senti um braço ao redor de mim e uma pele suave de menino apertada contra minhas costas. De repente acordei de todo e fiquei imediatamente excitado. Cody se metera em minha cama. Eu podia sentir seus mamilos, sua respiração e, mais do que tudo, eu podia sentir o volume rígido pressionado contra meu traseiro. O que eu haveria de fazer agora?.

“Você está acordado?”, perguntei num sussurro.

“An ahn”, disse ele, suavemente.

“Cody, isso não é direito. Você sabe, depois do que eu lhe disse, que isto não deveria acontecer”.

“O que vai acontecer?”, perguntou ele.

“Nada vai acontecer! Volte para sua cama!”, quase gritei. Virei-me na cama e pude ver o menino na luz suave do luar que atravessava as venezianas. Como ele era bonito!

“Você não me quer aqui com você, Jeff?”, perguntou. “Você disse que gostava de meninos”.

“Eu quero você aqui comigo mais do que qualquer coisa neste mundo, mas isto não é direito”, supliquei.

“Se está bem para mim também deveria estar bem para você”, disse Cody, sendo prático.

“Pode estar bem com você e comigo, mas não está bem com os policiais”, disse, acendendo a lâmpada de cabeceira.

Cody parecia mais bonito do que nunca. Seu corpo jovem e firme deitado a meu lado com apenas o algodão de sua nova cueca separando-me da ver sua parte derradeira.

“Eu não estou vendo nenhum policial, você está?, perguntou ele com um sorriso.

“Por que você está fazendo isso?”, perguntei.

“Jeff, você foi a primeira pessoa com quem tive oportunidade de falar em anos. Você tem sido bom para mim e eu quero fazer alguma coisa por você. Você disse que nunca esteve com um menino desde que se tornou adulto. Bem, aqui está sua chance e eu também quero tentar isso. Eu estava deitado lá pensando e quanto mais pensava com mais tesão ficava. Eu prometo que não vou chamar a polícia”.

“Puta merda!”, exclamei. Eu fora vencido. Não havia mais jeito de voltar atrás. “Levante-se”, comandei.

Cody saiu da cama e ficou de pé em frente a mim enquanto eu me virava e sentava na cama. Eu podia ver sua ereção delineada sob o tecido de sua cueca. Eu estava condenado. Esfreguei minhas mãos por seu belo peito, sentindo cada curva de sua pele fina e sedosa. Cody fechou os olhos enquanto minhas mãos explorava seus flancos e o centro de suas costas. Finalmente, sem poder esperar mais, peguei o elástico de sua cueca e afastei-o, para liberar aquilo que eu queria ver, e baixei a cueca até o meio de suas cochas. Então, ali bem na minha frente, surgiam quase quinze centímetros de juventude perfeita, elevando-se orgulhosamente num ângulo de quarenta e cinco graus em direção ao teto. Assentava-se num pequeno tufo de cabelos macios que mostrava que ele não entrara há muito tempo na adolescência. Seu pênis era tão belo quanto o resto dele, duro, excitado, uma vara perfeita encimada por uma cabeça também perfeita. Era a mais bonita pica de menino que eu jamais imaginara. Eu fiquei apenas olhando para ela, vendo uma clara gota de pré-porra formando-se em sua ponta. Desci sua cueca até seus pés e fiz com que ele saísse dela.

“E agora?”, perguntou Cody inocentemente.

“Foda-se se eu sei. Eu nunca fiz nada disso antes!”, falei, sem tirar os olhos de sua ereção.

“O que você pensar, pode fazer. Seja o que for, comigo está certo. Apenas faça”, encorajou o menino.

Abandonei toda esperança de poder parar. Agarrei suas nádegas firmes e puxei-o em minha direção. Comecei a lamber a parte de dentro de suas cochas. Podia sua pele arrepiar, enquanto ele tremia. Lambi toda a área ao redor de seus testículos e, afastando a pica, lambi também seus pentelhos. Eu nunca tinha cheirado um menino antes e o odor era como nenhum outro perfume no mundo, fresco, inocente e ainda assim luxurioso. Comecei a lamber suas bolas, duas nozes perfeitamente formadas num saco macio e sem pelos. Lambi seu pau e ele tremeu de novo. Mas não disse nada. Finalmente, segurei com a mão direita o cetro de sua juventude e levei sua ponta até meus lábios, capturando com a língua a pré-porra brilhante. Por fim envolvi a cabeça de seu membro com meus lábios e avancei, permitindo que meus lábios e minha língua sentissem cada milímetro daquele maravilhoso pau de menino, à medida que ele penetrava minha boca. Cody gemeu um pouquinho ao sentir seu pênis entrar. Eu nunca chupara um pau antes, mas ataquei aquele com abandono. Estava em transe e nada poderia me afastar dali. Comecei a bombear para frente e para trás enquanto minha língua envolvia a cabeça, visando particularmente o ponto sensível de sua parte de baixo. Minhas narinas se dilataram enquanto eu tentava capturar cada imagem sensorial que pudesse – seu gosto, seu cheiro, a sensação de uma pica de menino na minha boca, os macios globos de sua bunda presos em minhas mãos. Ele era indescritível. Adorava sentir a rigidez macia de seu membro em minha boca. Adorava o gosto de sua pré-porra que agora corria livremente e se combinava com minha saliva. Queria que aquilo nunca acabasse.

“Ahhh”, suspirava Cody.

Eu continuei chupando e lambendo. Tirei seu pau da boca e lambi diretamente na parte de baixo da cabeça, depois abocanhei-o de novo reassumindo minha técnica de chupar e lamber.

“Merda, Jeff”, disse Cody baixinho, “é melhor você parar. Eu vou gozar.”

Jamais me ocorreu tirar seu pau de minha boca antes que ele gozasse mas cheguei a considerar que gostaria de ver aquela coisa em erupção. Logo afastei tal pensamento, achando que mais tarde poderia ver aquilo. Continuei chupando forte mais gentilmente, sentindo os quadris do menino se movimentando para frente e para trás, ajudando seu membro a entrar e sair da minha boca.

“Estou avisando, Jeff, eu vou gozar”, avisou ele, dessa vez mais alto.

Abocanhei tanto de seu membro quanto podia e depois recuei um pouco.

“Ahhhh…”, gemeu Cody.

Ele disparou um grosso jato de suco de garoto em minha boca justo quando recuei até a cabeça do membro. O jato não me pegou exatamente de surpresa mas, nunca tendo tido um pau gozando em minha boca, não estava preparado para a velocidade e a quantidade de porra que aquele garoto produzia. Parecia que seu pau ia gozar para sempre. Eu contei pelo menos sete jatos saindo do menino que gemia, mas talvez tenham sido uns doze. Eu fiquei parado enquanto Cody esvaziava os frutos de sua juventude em minha boca, o grosso leite fluindo por cima e por baixo da minha língua. Dilatei de novo as narinas, saboreando o aroma da porra do menino. Por fim, seu orgasmo terminou, ele tirou o pau da minha boca e caiu pesadamente em sua própria cama, sua bela barriga ainda ofegando com a eletricidade daquela experiência, seu pau ainda duro brilhando com minha saliva. Eu engoli seu leite e lambi os lábios.

“Obrigado”, disse-lhe.

Cody olhou-me por sobre o peito.

“Isto foi incrível, Jeff”.

Depois de um minuto o garoto sentou-se em sua cama e me olhou na face:

“Você quer que eu faça o mesmo em você?”, perguntou.

“Você não precisa fazer isso”, disse-lhe.

“Que gosto que tem?”, perguntou ele, com a curiosidade natural de um adolescente.

Bem, eu não tinha realmente pensado naquilo sob um ponto de vista analítico. Estudei o sabor que ainda permanecia em minha boca e em minha garganta.

“Bem”, disse por fim, “não digo que seja maravilhoso, um pouco estranho, talvez, mas vindo de você e fazendo-o feliz é como se fosse leite com mel. Nunca vou me esquecer disso enquanto eu viver.”

“Nem eu”, concordou Cody.

Deitei-me de volta na cama e em um instante Cody estava do meu lado. Ele puxou a cintura de minha cueca e eu levantei um pouco para ele poder tirá-la. Os dezoito centímetros do meu pau estavam tão duros quanto estiveram nos último minutos. Cory segurou minha pica em sua jovem mão e começou a bombeá-la suavemente. Ele se deitou a meu lado e pousou a cabeça em meu peito, eu podia sentir a maciez de seus cabelos contra meus mamilos. Ele olhava meu pau ir para frente e para trás em sua mão. Ele era maravilhoso. Puxei sua cabeça da frente no momento em que gozei. Minha descarga atingiu-me todo até o pescoço, enquanto Cody continuava a punhetear com vontade. Quando finalmente esmoreci, Cody foi até o banheiro, trouxe uma toalha de rosto e me limpou. Depois jogou a toalha longe, curvou-se para apagar a luz e se acomodou do meu lado. Olhei para o relógio e vi que eram duas da manhã.

“Boa noite”, disse Cody.

“Boa noite”, disse eu e aproximando minha face da sua beijei levemente seus lábios. Fiquei surpreso quando ele retribuiu. Adormecemos um nos braços do outro, exaustos e felizes.

CAPÍTULO 3

Acordei repentinamente na manhã seguinte. Olhei para meu lado e senti um nó no estômago ao ver aquele garotinho deitado ali. Lembrei-me dos incidentes da noite anterior e da madrugada e me senti tomado pela culpa. O que eu fizera àquele menino? Eu nunca me imaginei capaz de fazer isso e agora estava ali, deitado com um garoto. Eu não deveria ter me aproveitado dele quando ele estava tão vulnerável.

Cody entreabriu seus olhos e sorriu para mim:

“Você está cheirando a porra”, disse ele. Eu deixei então jorrar meus pensamentos.

“Porra, Cody. Eu sinto muito sobre ontem à noite. Eu me aproveitei de você e cometi um grave erro. Eu não consegui resistir. Mas prometo que não vai acontecer de novo. Coisas como essa podem prejudicar um garoto. Eu fui muito estúpido. Poderia afetar sua vida para sempre e esta seria a última coisa que eu faria com você.”

Cody apoiou-se num cotovelo e me olhos com os olhos arregalados.

“Você não fez nada errado ontem à noite”, retrucou ele. “Foi a coisa mais maravilhosa que alguém já fez comigo… Foi grande, Jeff”.

“É abuso de crianças, Cody!”, gritei. “É uma coisa terrível. Cara, eu sinto muito.”

Os olhos de Cody fixam os meus. Ele sentou completamente, o lençol caindo de seu peito, deixando à mostra seu torso jovem e firme. Apesar de estar me sentindo péssimo, não pude evitar de apreciar seu corpo esbelto mais uma vez. Ele conseguiu me atingir fundo quando falou com raiva.

“Você está se sentindo culpado pelo que fizemos? Foda-se, Jeff, se você quiser que eu me levante e vá embora é só dizer. Eu pensei que você me quisesse aqui. Você diz que abusou de mim? Pois eu vou lhe dizer o que é realmente abuso!” Seus olhos novamente se enchiam de lágrimas. “Abuso é perder o pai quando só se tem seis anos. Abuso é ver sua mãe casar com um babaca violento que só não o cobre de porrada porque a mãe está por perto. Abuso é perder essa mãe e ficar sob os cuidados (e ele acentuou sarcasticamente o “cuidados”) desse bêbedo miserável e ser surrado dia sim, dia não. Abuso é ser chamado de bicha louca e saber dentro de sua alma que provavelmente é o que você é.” Ele estava quase soluçando agora. “Abuso é ser expulso do único lugar que você tem, e ter apenas treze anos e nenhum outro lugar para onde ir”.

Ali estava – ele tinha me atingido. Eu tentei abraçá-lo de novo. Ele me empurrou e livrou-se do lençol, seu maravilhoso corpo nu tremendo de raiva.

“Não precisa se importar”, gritou ele. “Você quer saber o que você fez? Eu vou lhe dizer que porra que você fez. Você pegou um total estranho que precisava de ajuda. Você não lhe fez um monte de perguntas. Você me deu carona, me deu comida e ajudou-me a saber que há outras pessoas que são como eu. Você me deu roupas e me deu apoio. Você me disse que gostava de garotos. Porra, Jeff, se isso me aborrecesse eu já teria ido embora. Eu estava pedindo carona quando você me apanhou, posso voltar a pedir. Eu realmente precisava de você, Jeff. Eu sei que você vai ter de voltar para seu próprio lugar, mas pelo menos por uns breves momentos eu pensei que alguém se importava comigo. Ora, você chupou meu pau – eu gostei! Por certo eu não chamaria isso de abuso, comparado com o que eu já sofri até hoje. Vou pegar minha coisas e dar o fora daqui, e você não precisa se preocupar, não vou contar a ninguém o que houve entre nós! Merda!”, gritou.

Eu que estava chorando agora. Nunca tinha visto um garoto expressar-se daquela maneira. Sua maturidade profunda era acachapante. Creio que quando se tem aquele tipo de vida, a maturidade chega mais cedo, para que você possa enfrentar o mundo.

“Cody, ouça-me. Eu nunca pensei nada disso. Eu me importo com você e não quero que você se vá”.

“Sim, o que vai ser agora?”, perguntou ele. “Eu sigo pela estrada com você mais um dia ou dois, depois você volta para San Diego e eu volto para a estrada. Será mais fácil se eu for logo agora.”

“Cody. Eu ia lhe propor isso ontem à noite mas achei que ainda não era tempo. Eu realmente gosto de você. Você me conquistou por completo e é por isso que me senti tão culpado. Eu tinha medo de estar forçando você a fazer alguma coisa. Mas eu ia pedir que você fosse para San Diego comigo. Lá eu tenho uma casa grande, ao lado da praia, com um piscina e um monte de quartos. Eu pensei sobre isso. Eu conheço o pessoal da escola de lá, poderia matriculá-lo como meu sobrinho se puxasse alguns cordões. Eu não posso imaginar você indo embora e eu vivendo sem você.”

Eu também me levantara. Embora houvesse sido um clímax por demais tenso, havia alguma coisa de humorístico na situação. Eu, um homem adulto, completamente pelado, com o pau balançando, discutindo com um garoto de treze anos, igualmente pelado como um pinto, num motel fuleiro em Butte, Montana. Ele olhou para mim, buscando em minha face qualquer traço de insinceridade. Sabia agora que ele era muito melhor em apreender as situações do que eu pensava que um garoto de sua idade pudesse ser.

“É isso realmente o que você quer?”, perguntou ele, com alguma esperança na voz.

Pousei minha mãos em seus ombros e fitei aqueles olhos hipnóticos:

“Isso é realmente o que eu quero, Cody”.

Agora estávamos nos abraçando novamente, eu afagava seu cabelo longo e macio, apertava-o firme contra meu peito e o embalava suavemente. Finalmente nos separamos.

“Você está cheirando a porra”, disse ele, com um tímido sorriso.

Eu sorri, toda a tensão dos últimos minutos se dissolvendo.

“Bem, não é o cheiro da sua. Para me livrar dela eu vou precisar escovar os dentes!”

Cody deu uma risada e eu fui para o banheiro tomar um banho. A água quente deu-me uma sensação boa quando entrei no chuveiro. “Seu grande imbecil”, disse para mim mesmo, “você realmente estava muito egocêntrico esta manhã. Por pouco não desestrutura inadvertidamente o menino. Agora você tem um sobrinho e é melhor tomar cuidado com o que faz”.

A cortina do box foi afastada e Cody entrou também.

“É uma maneira de economizar água”, disse ele com um sorriso. Eu não iria começar toda aquela confusão de novo. Eu estava olhando para a mais bela criatura da face da terra, ele queria estar ali comigo, eu queria que ele estivesse comigo e ele tinha total controle da situação. Olhei para o garoto brilhando com a água em seu corpo e sucumbi. Meu pau ficou imediatamente ereto.

“Acho que você ficou feliz de estarmos economizando água”, riu-se ele, vendo minha ereção. E eu vi, quase que em câmara lenta, sua masculinidade ao pouco se erguendo tanto quanto a minha.

“Você realmente gostou de ontem à noite”, perguntou ele.

“Foi a mais incrível realização de um sonho que eu jamais tive”, confessei com sinceridade. Eu olhava para sua face agora e tudo em que podia pensar era em beijá-lo. Achei que talvez não fosse certo, por isso me contive, mas era tudo o que eu queria naquele momento.

“Eu também gostei, Jeff. E não me aborreceu nem um pouco”, disse ele como se tentando se desculpar, acho eu, por seus comentários anteriores.

E não disse nada. Não podia pensar em nada. Peguei o sabonete e virei o menino de costas para mim. Comecei a ensaboar seus ombros e suas costas, fazendo bastante espuma. Minhas mãos descobriam cada pedaço do menino enquanto acariciava meu caminho por suas costas abaixo. A ponta de meu pau duro tocou o rego de sua bunda maravilhosa. Imediatamente me afastei, mas ele não se movera. Ajoelhei-me e pus-me a ensaboar os globos perfeitos de sua bunda. Eram incrivelmente firmes e pequenos. Afastei aquelas duas bochechas e passei minha mão ensaboada para cima e para baixo de seu rego, cuidadosamente limpando o botão de seu cu. Eu poderia ficar lavando aquela bunda por uma semana e ele sabia disso, mas passei para suas pernas e certifiquei-me de cobri-las todas de espuma. Cody virou-se e eu me levantei. Olhei para baixo para ver seu pau de menino apontando rigidamente para mim. Ele me fez virar de costas e repetiu o tratamento que lhe dispensara. Abandonei-me na sensação de suas mãos percorrendo gentilmente todo meu corpo. Por fim virei-me e ficamos face a face. Ele continuou a me ensaboar, lavando meu peito e meu estômago. Ele fez um monte de espuma e segurou minha pica, esfregando para cima e para baixo, lubrificada pelo sabão. Fechei meus olhos. O menino estava me tocando punheta pela segunda vez em seis horas. Meus joelhos começaram a tremer à medida que se aproximava o clímax. Ele pode sentir minha tensão e eu olhei para baixo no momento em que gozei, vendo-me disparar jato após jato de porra de homem em seu estômago. O chuveiro logo limpou aquilo, mas tinha sido ainda mais excitante eu me ver gozando em cima dele. Ele sorria enquanto eu me enxaguava.

Levei um minuto para me recuperar do clímax, mas não podia esperar para retribuir o favor. Ensaboei a mão e gentilmente comecei a acariciar os testículos do menino. Suas bolas eram redondas e firmes. Seu saco estava inteiramente relaxado, dando-me chance de senti-lo bem. Por fim, agarrei sua pica de garoto e comecei a tocar punheta. Ele suspirou. Eu fechei a água.

“Uma vez que estamos fazendo isso”, falei, enquanto manipulava aquele exemplo de perfeita adolescência, “quero ver você gozar”.

“O que você quiser”, sussurrou ele, suas longas pestanas fechando-se enquanto ele se abandonava à minha manipulação. Em alguns minutos ele anunciou o grande evento:

“Ah, cara, acho bom você começar a olhar. Acho que estou pronto para dar o show.”

Focalizei aquele belo membro em minha mão, a cabeça rosada aparecendo e se escondendo à medida que o massageava. Tocava punheta lentamente, tendo certeza de empalmar toda a pica. Tudo o que ele disse foi “Ahhh”, novamente, e seu pau lançou um grosso jato de suco de menino diretamente sobre meu pau. Outro jato se porra se seguiu, e mais um, mais um. Sua pica mostrava todo seu poder enquanto a segurava firme em minha mão. Cody tremia enquanto gozava. Finalmente ele parou.

“Acho que precisamos de outra chuveirada”, disse ele sem fôlego. Segurei o menino junto a mim e concordei, abrindo a torneira.

Depois nos vestimos e fomos até o escritório pagar a conta. Cody carregou o carro e depois sentou-se em toda glória de sua perfeita adolescência no lado do passageiro, usando a segunda troca de roupas que lhe comprara.

“Você parece bem”, disse eu.

Ele sorriu.

“Obrigado. Onde estamos indo?”

“De volta a Billings. Tenho algumas lojas para visitar no caminho depois passamos a noite lá. Tenho de comprar mais uma passagem de avião. Vamos viajar logo de manhã cedo, se você não inventar uma maneira de me distrair e nos fazer perder o vôo.”

O garoto sorriu, sabendo de que eu estava falando. Ele não disse nada quando deixamos o motel de meus sonhos e tomamos a estrada sob o sol da manhã.

CAPÍTULO 4

Foi um dia longo e duro na estrada. Tiver de fazer uma dúzia de paradas antes de alcançarmos Billings no início da tarde. Cody conseguira dar uns cochilos, mas eu estava exausto. Dei uma passada no aeroporto e comprei um segundo bilhete para ele na vôo da manhã. Não tenho certeza se ele realmente me acreditara quando disse que o levaria comigo até que lhe entreguei o bilhete. Pude ver a emoção em seus olhos misteriosos quando ele olhou para mim com o que me pareceu gratidão genuína.

Registramo-nos num motel, duas camas, claro, depois fomos catar o que comer. Outra lanchonete com a comida de sempre, mas estava tão cansado que tudo o que eu queria era acabar o jantar e ir para cama. Acreditem-me ou não, eu ainda não conseguia tirar os olhos do menino, mas estava cansado demais para sequer pensar em desfrutar de alguma intimidade com ele naquela noite.

Voltamos para o motel às oito horas e fui imediatamente tomar um banho, depois caí na cama para ver um pouco de TV até adormecer. Depois Cody foi tomar seu banho e voltou para o quarto. Eu estava quase adormecendo mas não consegui deixar de abrir um pouco os olhos só para dar uma olhada nele. Ele estacou nu entre as duas camas, em toda sua glória e beleza, seu pau que ainda não tinha quatorze anos totalmente ereto. Imediatamente também fiquei ereto por baixo da cueca.

“Puxa, Cody”, reclamei com um sorriso, “eu aqui completamente exausto e você me aparece de pau duro”.

“Eu quero tentar aquilo”, disse ele, sentando-se na cama ao meu lado.

“Tentar o quê?”

Para minha surpresa, o belo menino puxou minha cueca pelas pernas abaixo e segurou meu pau duro. Se antes estava quase dormindo, agora estava mais do que desperto. Levantei a cabeça e vi seu cabelo brilhante cobrir sua face enquanto ele se abaixava em direção a meu colo. Senti a cabeça de meu pau ser envolvida por sua jovem boca e sua língua começar a explorá-la. Arrepios me percorreram de cima a baixo. Eu tinha sido chupado por mulheres antes, mas posso afiançar que nada é mais sensual do que ter um garoto nu explorando sua masculinidade com sua boca inocente. Eu queria olhar, mas a suavidade com que ele chupava e lambia me fez fechar os olhos e me abandonar a seus cuidados. Eu acariciava seus cabelos enquanto ele engolia mais e mais de meu membro. Não haveria nada que fosse melhor do que aquilo, mesmo que vivesse cem anos. Cody ajeitou-se na cama, de modo a poder me olhar enquanto chupava. Eu afastei seus cabelos de sobre seus olhos e agora então podia admirar sua face finamente cinzelada enquanto ela subia e descia minha impressionante ereção. Em determinado momento ele

Levantou a cabeça e seus lábios, cobertos por sua própria saliva e por minha pré-porra, abriram-se num largo sorriso.

“Tudo bem?”, perguntou ele.

“Incrível”, murmurei, acariciando mais uma vez seus cabelos.

Meu membro voltou à sua boca e sua língua fazia milagres, deslizando por toda a cabeça em seqüências imprevisíveis. Assisti a pelo menos metade de meu pau desaparecer por entre seus lábios sugadores e depois reaparecer. Aquilo não ia durar muito tempo. Corri meus dedos por entre seus cabelos.

“Cody, esta é a coisa mais maravilhosa que alguém já fez comigo, mas é melhor parar agora. Estou quase gozando”, adverti, mas sem muita urgência. Ele continuou chupando.

“Eu lhe aviso quando chegar a hora e você pode se afastar rápido”, disse, sentindo que o momento estava próximo. “Deus, isso é tão gostoso, Cody!”. Sua língua atacava a parte de baixo da cabeça do meu pau. “Oh, merda, Cody. Você tem de parar agora… Eu estou avisando, vou gozar a qualquer momento… afaste-se!”, ordenei.

O garoto forçou ainda mais meu pau para dentro de sua boca do que tinha feito até ali. Sua língua envolvia meu membro. Compreendi que ele não tinha intenção de se afastar.

“Ah, garoto, você pediu por isso! Eu vou gozar! Ahhhhhhhhhh…”

Eu tinha certeza de ter gozado a maior quantidade de porra da minha vida. Onda após onda de meu leite jorrou da minha pica para dentro dos lábios sequiosos do menino. Meu pau estava tão profundamente enterrado em sua boca que podia sentir sua garganta se contraindo quando ele engolia os primeiros jatos de porra. Enquanto continuava gozando mais e mais, ele engoliu uma segunda vez, uma terceira, jamais permitindo que qualquer parte do creme escapasse de seus lábios. Finalmente eu parei e ele afastou-se lentamente, mantendo o pau entre seus lábios, para ter certeza de que nenhuma gota se perdesse, até que meu pau amolecido tombou sobre meu estômago. Ele olhou para mim e sorriu. Ele não parecia sentir nem um pouco de repulsa pelo que acabara de fazer o pelo gosto de meu suco amoroso.

“Cody, você é o garoto mais maravilhoso que já encontrei. Obrigado!”

Puxei o garoto desnudo em minha direção e o beijei. Pude sentir o gosto remanescente de minha porra em sua boca. Nossas línguas dançaram e eu simplesmente o segurei apertado contra meu peito, ofegante, pensando em quanta sorte eu tinha de estar com aquele jovem menino. Eu adorava a sensação de sua pele macia contra mim. Os últimos resquícios da chupada esmoreceram e eu ergui sua cabeça para que ele me olhasse nos olhos.

“Sente-se no meu peito”, disse-lhe. Cody sorriu.

“Isto foi apenas para você, Jeff. Você está cansado. Vá dormir. Aposto que ainda faremos isso outra vez.”

“Garoto, eu não poderia ir dormir agora nem que minha vida dependesse disso. Sente-se no meu peito e empurre essa pica na minha cara!”, ordenei.

Cody sorriu e fez o que eu mandava, cada uma de suas longas e firmes pernas de um lado de meu corpo. Apoiei minha cabeça em dois travesseiros. Sua maravilhosa pica estava a centímetros de minha boca, um longo filamento prateado de pré-porra pendendo de sua ponta. Eu o colhi com a ponta dos meus dedos e lambi. Foi então que eu reparei que havia dois armários no quarto, e ambos tinha espelhos. Eu comecei a ficar excitado de novo ao ver o reflexo do perfil daquele menino perfeitamente proporcionado, pau em posição de sentido, pronto a ganhar seu caminho em minha boca. Ainda mais encantador era o espelho detrás dele, onde podia ver sua bunda, estreita e perfeita.

“Ponha as mãos na parede e foda minha boca”, ordenei-lhe.

Ele não precisou de mais encorajamento. Sua pica escaldante foi rapidamente enfiada na minha boca ávida. Mais uma vez, era um gosto delicioso. Uma vez que nunca chupara outro pau antes não tinha como comparar, mas não posso imaginar nada mais deleitoso do que pau de menino, especialmente o pau daquele menino. Agarrei as bochechas de sua bunda e o ajudei no movimento de vai e vem, empurrando sua pica em minha boca e depois afastando. Sua barriga chata arquejava enquanto o movimento continuava. Seus mamilos estavam maravilhosamente duros. Firme, veludosa, suave adolescência bombeando dentro de mim. Podia sentir suas nádegas se contraindo a cada golpe. Minha língua explorava cada pedaço de seu pau a cada enfiada. Sabia que ele estava prestes a gozar.

“Ah, tio Jeff, eu não posso segurar mais. Uhhh, uhhh, uhhh…”

Pela segunda vez do que seriam muitas, minha boca foi inundada pela poção amorosa do jovem menino. Eu suguei cada jato que ele despejava em minha garganta. Não sei se a gente adquire gosto por porra, mas o gosto daquele leite era mais delicioso do que qualquer sobremesa que eu jamais provara. Onda após onda de leite quente saiu daquele membro até que ele o tirou de entre meus lábios. O menino rolou para minha esquerda e ficou deitado a meu lado, respirando fundo, o peito ofegante do êxtase que se esvaía.

“Boa noite, Jeff”, disse ele, deslizando para debaixo das cobertas.

“Boa noite, sobrinho”, respondi, vendo-o virar-se de costas para mim. Eu também entrei debaixo das cobertas, aconchegando-me junto a ele, minha pica flácida gentilmente encostada em suas nádegas. Pousei meu braço sobre sua cintura, minha mão sobre seu peito. Caímos num sono calmo e pacífico, que durou até os primeiros raios de luz penetrarem pela janela.

Como no dia anterior, Cody veio encontrar-me enquanto estava no chuveiro. Lavei cada parte de seu corpo, mas não o masturbei. Ele retribuiu o favor.

“Você está se sentindo culpado?”, ele perguntou.

“Não estou mais. Você é um sujeito quente. Decidi que na verdade a culpa é sua. Foi você quem me seduziu, não o contrário. Tem certeza de que você nunca fez isso antes?”

“Nada, só tocar punheta. Mas isso é melhor!”, afirmou ele rindo.

“Não há dúvida”, ri também.

Nós nos vestimos e pegamos a bagagem.

“Pronto para levantar vôo?”, perguntei. Ele parecia um pouco nervoso.

“Eu nunca andei de avião antes.”

“Café pequeno!”, menti. Eu sempre tive horror de avião mas não queria passar meu medo para ele. Usualmente eu engolia uns dois drinques antes de embarcar na engenhoca. Acho que teria de dispensá-los hoje.

“Vamos apanhar um avião pequeno aqui e depois trocar por outro em Salt Lake City. Duas horas depois estaremos chegando a San Diego.”

Cody pareceu relaxar. Fomos para o aeroporto, devolvi o carro na locadora e tomamos um leve café da manhã antes de pegarmos o pequeno avião. Aproveitei um momento, pedi licença, achei um lugar onde não me viam, entornei três garrafinhas de brinde de vodka e voltei.

“Okay, vamos em frente!”

Vi o meu belo menino subindo as escadas da aeronave e rezei para que o vôo fosse tranqüilo. Fazia uma bela tarde de outono em San Diego quando o avião sobrevoou a estrutura do Parque Laurel Travel e tocou a pista com um baque. Em cerca de meia hora, meu novo sobrinho adotivo e eu estávamos indo para o norte pela Interestadual 5, em direção a Del Mar. Eu imaginava onde aquilo tudo ia nos levar. Um simples viagem de promoção de medicamentos havia me rendido vários negócios e um jovem Adonis que ficaria comigo quem sabe por quanto tempo. Cody olhava admirado para as novas paisagens, a baía, as montanhas, o templo Mormon. Ele fazia um amontoado de perguntas que eu respondia da melhor maneira possível. Saímos da rodovia e fomos para oeste, em direção à praia., passando pela pista de corridas. Por fim paramos em frente ao portão de ferro forjado e eu acionei o controle de abrir.

“Você é rico?”, perguntou Cody. Eu sorri para aquele menino maravilhoso.

“Você me fez mais rico do que eu jamais fui”, respondi. Subi a colina e parei em frente do velho prédio.

“Estamos em casa”, anunciei.

Cody me olhou com gratidão e apenas sorriu.

CAPÍTULO 5

Destranquei a porta e entramos em casa. Cody me perguntara se eu era rico e acho que era uma boa pergunta. Meu avô fundara a companhia farmacêutica em que eu trabalhava agora. Quando ele morreu já estava bem rico e me deixou uma confortável renda mensal. A companhia foi deixada para meus pais. Meu pai assumiu sua direção. Todos nós vivíamos aqui, na velha e grande casa de meu avô sobre aquele rochedo em frente à praia de Del Mar, até minha mãe morrer, cerca de seis anos antes. Eu tinha apenas vinte e um anos, recém graduado pela Universidade da Califórnia em San Diego, e não tinha a menor idéia do que queria fazer de minha vida. Meu pai ficou inteiramente arrasado com a morte de minha mãe e declarou que não poderia mais viver na casa que haviam dividido por tanto tempo. Ele não agüentaria.

É engraçado. Meu avô amava esta casa mais do que qualquer coisa. Ficava bem no meio de uma das áreas mais valorizadas do país e ainda assim era totalmente isolada do movimento local, longe que ficava da estrada. Ele não deixou a casa para ninguém. Enquanto seus filhos, netos, bisnetos e assim por diante, fossem vivos, teriam direito a morar lá. Se por acaso não houvesse um herdeiro, o prédio e o terreno seriam doados ao estado para ser transformado numa espécie de reserva.

Meu pai me pediu que fosse viver com ele na Inglaterra. Ele dirigiria a companhia de nossa filial inglesa em Slough. Tínhamos uma bela casa ao lado do Tâmisa, em Windsor, onde as lembranças de minha mãe não seriam tão fortes quanto aqui. Eu não concordei. Eu realmente gosto de San Diego e os invernos na Inglaterra são deprimentes. Foi quando perguntei se poderia trabalhar na companhia. Embora meu pai tivesse ficado um pouco desapontado com o fato de eu ser gay, também ficou orgulhoso com o fato de eu querer trabalhar quando não precisava fazê-lo.

“Você ficará em Vista, então”, disse ele. “Alguém tem de tomar conta do lugar.”

Eu não poderia ter ficado mais feliz. Vista era uma casa maravilhosa. Assim, aos vinte e um anos, eu tinha uma casa enorme, um bom emprego e uma substancial renda adicional ao que eu ganhasse no trabalho.

‘Uau!”, disse Cody impressionado. “Essa casa é um barato!”

Guiei meu maravilhoso menino através da enorme cozinha, da biblioteca, a sala íntima, a sala de visitas, o vestíbulo e finalmente os quartos.

“Este aqui no fim do corredor é o meu”, disse-lhe, enquanto abria a porta. O quarto principal tinha uma grande cama de casal, grandes armários, um closet quase do tamanho de um quarto e um banheiro completo com uma Jacuzzi.

“Uau!”, repetiu ele. Eu sorri.

“Eu tenho muita sorte”, disse-lhe, contando a história da minha família e da casa. “Você pode escolher um entre os outros cinco quartos.”

O garoto explorou os cinco quartos, alguns com camas duplas, outros com camas de casal.

“Posso ficar com esse aqui?”, perguntou ele com os olhos brilhando de satisfação ao escolher o quarto ao lado do meu.

“Pode apostar”, respondi, feliz com que ele quisesse ficar assim perto.

Ele guardou sua mochila no armário e depois se jogou-se de costas sobre a enorme cama, braços e pernas abertos. Puxa, ele era muito bonito. Eu ainda não sabia em que estava me metendo, mas agora eu tinha um companheiro naquela velha e grande casa. Eu queria jogar-me sobre ele naquele mesmo momento, tirar suas roupas e chupá-lo de novo. Mas resisti à tentação. Tinha pensado sobre a tudo aquilo, num momento de lucidez, após tê-lo convidado a viver comigo. Digo lucidez porque ainda estava enfeitiçado por sua beleza e pelo amor que sentia por ele. Você deve saber do que eu falo. Sente-se um frio na barriga, fica-se tonto de deslumbramento e não se quer passar um só momento longe do seu amor. Eu não amava Cody, ainda era muito cedo para isso, conhecia-o apenas a quatro dias, mas estava inteiramente apaixonado por ele. Paixão é um sentimento bem diferente, de uma intensidade quase insuportável. Eu peguei suas mão e o levantei.

“Venha. Vamos ver o resto da casa”.

Cody seguiu orgulhoso ao meu lado enquanto saíamos par ao pátio traseiro através das portas de correr da sala íntima. O mar brilhava sob o sol da tarde e você podia ouvir a ondas arrebentando, embora não se pudesse vê-las, pois a casa ficava atrás do rochedo. A piscina era clara e límpida. Cody enfiou a mão na água e disse que estava morna.

“O ano inteiro”, afirmei sorrindo.

“O que é aquela casa?”, perguntou ele, ao passarmos por uma abertura na sebe que envolvia o pátio da piscina.

“Costumava ser os aposentos dos empregados. Mas não preciso de empregados, morando aqui sozinho. Tenho uma faxineira que vem uma vez por semana, às quintas. É tudo de que eu preciso. Também tem um jardineiro que vem duas vezes por semana”, e abri a porta da casa dos empregados, fazendo-o entrar. “Meu passatempo é a fotografia. Uso isso aqui como estúdio. Transformei a cozinha num laboratório e a sala no estúdio propriamente dito”.

“E o que você fotografa?”, perguntou Cody.

“Bem, eu faço experiências com as câmeras tirando fotos de coisas vivas, como plantas, flores, coisa assim. Quando saio numa excursão para fotografar, gosto de retratar gente. Vê aquelas ali na parede? Eu gosto de ir em Tijuana, nas estradas secundárias, e captar as expressões das pessoas. Eu sempre lhes pago alguma coisa para posarem, ou simplesmente não posarem, o que prefiro. Também tiro fotos de paisagens.”

“Você vai tirar alguma foto minha?”

Suas palavras me atingiram como um relâmpago. Não acreditava que ainda não tivesse pensado naquilo. Onde mais nesse vasto mundo eu poderia encontrar assunto mais maravilhoso. Comecei a divagar sobre retratar o garoto.

“Grande idéia. Se você quiser.”

“Ótimo”, disse ele com um sorriso. Acho que ele já sabia que tipo de fotografias eu gostaria de tirar. Voltamos para casa e disse-lhe para desempacotar sua bagagem. Fui para meu quarto e joguei toda a roupa suja na cesta. A faxineira cuidaria dela na quinta. Estava ainda esvaziando minha malas quando Cody entrou no quarto.

“Só precisei de uma gaveta”, disse ele rindo.

“Nós cuidaremos disso”, declarei, lembrando que tudo que aquele garoto tinha eram suas velhas roupas e as duas mudas que lhe comprara.

“Tudo certo”, declarou ele. Já eram umas três e meia e lembrei de que não havia comida em casa.

“Que tal darmos uma nadada depois sair para comer e comprar alguns mantimentos?”

“Eu não tenho calção”, lembrou ele. Eu sorri.

“Este é um lugar onde não se precisa disso. O único momento em que você precisa estar vestido na piscina é quando a faxineira ou o jardineiro estão aqui. Ou quando você ouvir um helicóptero voando ao longo da costa.”

“Okay”, concordou ele alegremente. “Mas acho que você está apenas querendo me ver pelado de novo”, acrescentou, com uma piscada e um sorriso. Eu fiquei vermelho.

“Não consigo pensar em nada melhor, garoto. E dessa vez em pleno sol.”

Cody foi só de cueca até a borda da piscina. Eu peguei um par de toalhas. Antes mesmo de ele remover sua cueca eu já estava de novo fascinado pelo seu lindo traseiro. O fino algodão estava colado a seu corpo e podia-se ver todo o contorno perfeito daqueles dois globos maravilhosos.

Tirei minha cueca e joguei-me na água. Comecei a nadar de um lado para o outro. Estivera afastado daquela rotina umas duas semanas e senti-me bem em novamente estar ali nadando. Serviria também para me distrair um pouco do meu novo companheiro. Cody me observou dar vinte e cinco estiradas antes de se jogar na água com toda a beleza de sua juventude. Eu continuei nadando e ele tentou nadar ao meu lado. Logo viu que não conseguia. Aquele era o meu esporte e embora já fizessem seis anos que não competia eu tentava me manter em condições. Lógico que não tinha a mesma forma de quando fazia parte da equipe de natação da universidade.

“Puxa, você é bom nisso”, cumprimentou Cody.

“Obrigado”, respondi, subindo os degraus e sentando-me a seu lado, depois de terminar mais vinte e cinco estiradas. Adorava a maneira pela qual a água brilhava em seu peito, pequenas gotas ao redor de seus mamilos. Estava começando a ficar excitado de novo. Cody notou.

“Você também?”, perguntou ele com um sorriso.

“Você é um tarado sexual”, disse, enquanto o empurrava e fazia-o afundar. Cody emergiu para respirar em meio a risadas. Puxa, como era bom ver aquele menino alegre. Brincamos de um derrubar o outro, um tentando segurar o outro pelo pau. Estávamos ambos já totalmente excitados.

“Quer experimentar minha chupada mecanizada?”, perguntei.

“O que é isto”, perguntou ele, os olhos brilhando de excitação.

“Venha até aqui neste lado da piscina. Vê esse buraco? É a saída da água que circula pela piscina. Se você puser seu pau ali ele irá chupá-lo. Costumava ser meu tipo de punheta favorito”, disse-lhe, piscando o olho. Ele me olhou meio desconfiado mas depois se posicionou de forma a seu pau ficar bem na entrada do buraco. Devagar, ele enfiou o pau cano adentro.

“Uau, isso é incrível!”, disse ele, enquanto fodia o buraco. Eu sabia o que ele estava sentindo. Movimentando-se para frente e para trás, a água turbilhonava ao redor do pau, enquanto o vácuo do ralo o chupava. Era uma grande maneira de se masturbar. Meu pau estava rígido enquanto eu olhava meu garoto. Seus braços estavam sobre a borda da piscina, seus olhos estavam fechados e suas coxas se chocavam ritmicamente contra a parede. Mergulhei para observar sua pica de menino fodendo o ralo, sua bunda se contraindo a cada golpe para frente. Seus poucos pentelhos dançavam na água como um coral vivo. Precisei de ar o subi à superfície. Amei seus gemidos suaves e sua respiração acelerada enquanto ele despejava seu gozo. Por fim ele se afastou, largando-se na água, apenas saboreando o esmorecer de seu orgasmo.

“O que você achou?”

“Uma boa”, disse, e acrescentou com um sorriso: “Mas não tão bom quanto você.” Eu fiquei vermelho de novo.

“Agora é minha vez”, anunciei.

“Não!”, disse Cody enfaticamente. Eu o vi deslizar pelo lado da piscina até seus pés tocarem o chão e seu queixo estar mais ou menos na altura da borda. “Venha para cá e sente-se aqui”, ordenou.

“Pra que isso, afinal?”, perguntei, mas fiz o que ele queria. Meu pau estava duro como rocha.

“Chegue um pouco mais para o raso”, pediu ele.

Fui para o raso e sentei-me. Cody nadou em minha direção e abriu minhas pernas, colocando sua cabeça entre elas. Foi então que entendi o que ele pretendia. Antes que eu pudesse dizer alguma coisa, meu pau foi envolvido por sua boca. Eu não acreditava que um garoto de treze anos quisesse chupar a pica de um sujeito de vinte e sete, mas enquanto olhava seus lábios maravilhosos deslizando ao longo de meu pau não fiz qualquer objeção. Coloquei minha mão gentilmente sobre sua cabeça enquanto deixava que ele lambesse e chupasse. Sua posição na piscina era perfeita para aquilo. Aliás, tudo estava perfeito: uma quente tarde de outono, eu de volta à casa junto com um garoto fabuloso e esse garoto diligentemente chupava meu pau. Não dava para agüentar muito tempo.

“Isso é bom demais, Cody. Eu vou gozar. É melhor se afastar e me ver inundar a piscina.”

Cody, como antes em Montana, continuou chupando. E como antes, quando despejei meu suco fervente eu sua boca, ele engoliu sem desperdiçar uma gota, seus lábios apertados contra meu pau até ele ter certeza de que eu terminara e começava a amolecer.

“Você é qualquer coisa demais!”, disse, deixando-me cair na água e lhe dando um abraço. Ele mergulhou, encheu a boca de água e subiu bochechando. Seus olhos dourados se apertaram com malícia e ele soprou a água direto em minha cara. Com altas risadas ele tentou nadar para longe, mas eu fui mais rápido e logo estava em cima dele fazendo-o afundar.

Dois machos satisfeitos saíram da piscina, enxugaram um ao outro e entraram para a casa. Fomos para o chuveiro, ele no quarto dele, eu no meu, para tirar o cloro do corpo e depois nos vestirmos para ir até a cidade.

“Já experimentou comida mexicana?”, perguntei.

“Sim, tinha um Taco Bell na cidade em que morava.”

Notei que ele, cuidadosamente, não disse o nome da cidade.

“Vamos lá, então.” Estacionei no pátio do restaurante e levei-o para o andar de cima. O sol estava começando a se por quanto nos sentamos na varanda do Epizote. Não era exatamente comida mexicana de verdade, mas era bom. Pedi um Margarita para mim e uma Coca para ele. Atacamos as batatas com molho enquanto esperávamos nosso pedido. Não precisava falar enquanto via o brilho do sol poente iluminar a face de Cody. “Quanto isso vai durar?’, perguntei a mim mesmo. “Foram apenas três noites e quatro dias e eu sinto como se já o conhecesse há anos.”

Depois do jantar, descemos para o mercado Daniel’s onde gastei uma fortuna em mantimentos e em sobremesas de oito milhões de calorias em que Cody era vidrado. Dirigi de volta até em casa e guardei os mantimentos. Havia uma certa friagem no ar, então acendi um fogo na sala íntima e nós dois sentamos no sofá vendo televisão, com a apenas as luzes do tubo e da lareira iluminando a sala. Deviam ser provavelmente umas nove horas quando Cody bocejou. Eu segui o exemplo.

“Pronto para ir deitar?”, perguntei-lhe.

“Sim, acho que estou”, respondeu ele. “Foi um grande dia, Jeff. Meu primeiro vôo de avião, uma tarde gostosa, boa comida. Ache que estou pronto para a cama agora. Ainda estou no horário de Montana.”

“Agradeça a você mesmo por um dia maravilhoso”, disse-lhe amorosamente, acariciando seu cabelo. Parecia que haviam passado semanas desde que eu o recolhera. Cody foi para seu quarto com a costumeira graça adolescente no andar. Eu o segui pouco depois, trancando as portas, desligando a TV e ligando o alarme. Parei à porta de seu quarto para lhe dizer boa noite.

“Não saia durante a noite”, avisei-lhe. “O alarme está ligado.”

“Obrigado Jeff”, disse ele.

Fui para meu quarto mas não fechei a porta. Fui para baixo das cobertas e tentei dormir, mas meus pensamentos se ocuparam em rever os acontecimentos dos últimos dias. Só conseguia pensar no menino. Ainda que tentasse, não conseguia me desligar embora estivesse bem cansado. Foi quando compreendi o que estava errado. Nas duas últimas noites eu não dormira sozinho. Por volta da meia-noite levantei e fui ao banheiro. Depois, fui verificar como estava Cody.

“Por que você ainda está de pé?”, perguntou o menino.

“Não sei”, menti, “não estou conseguindo dormir.”

“Eu também”.

“Talvez você esteja estranhando o novo lugar. Com o tempo se acostuma.”

“Jeff?”, perguntou Cody.

“Sim?”

“Posso dormir com você só por esta noite?”

Dei um longo suspiro. No momento ele parecia ser muito mais novo do que era.

“Cody, você pode dormir comigo sempre que quiser.”

O garoto pulou de sua cama e nos dirigimos ao meu quarto. Metemo-nos debaixo das cobertas e ele encostou seu corpo jovem contra o meu, seu braço sobre meu peito, sua cabeça aninhada junto a meu pescoço. Adormecemos imediatamente.

CAPÍTULO 6

Decidi tirar uma semana de folga. Tinha umas férias chegando e precisava de tempo para fazer centenas de coisas, agora que Cody estava comigo. Além disso, era uma boa desculpa para passar o dia todo com ele, sem interferência do trabalho. Ele era educado, gentil e alegre. Não podia encontrar nada errado nele… a não ser o fato de que era um maníaco sexual adolescente. Cody sempre imaginava uma desculpa depois da outra para nós sacarmos nossos paus e transar. Meu pau estafa tão esfolado que eu sabia que não conseguiria que ele endurecesse de novo nem produziria uma gota de porra. Mas o garoto mostrava seu pau e lá estava eu, chupando ele ou ele me chupando.

Na segunda-feira fomos fazer compras no University Towne Center. Sabia que precisava lhe comprar roupas e outras coisas antes de começar o processo de tentar matriculá-lo na escola. Mais cedo ou mais tarde as autoridades escolares notariam Cody e eu preferia que ele estivesse legitimamente matriculado numa escola, para não termos de responder uma série de perguntas. Eu o levei ao departamento de adolescentes da Nordstrom. Ele escolheu algumas calças e camisas. Eu sabia que poderia pagar tudo aquilo, mas queria ter certeza de que as roupas caiam bem. Então disse-lhe que fosse até a cabine experimentar.

“Veja isto aqui”, ouvi-o chamando de dentro da grande cabine de provas nos fundos da loja. Entrei na cabine e ele estava sorrindo de orelha a orelha. A camisa nova estava aberta e eu pude admirar seu peito e o pequeno umbigo. A calça jeans lhe caía perfeitamente. Era uma daquelas jeans de aspecto desbotado, que os garotos tanto gostam de usar. Realmente ela lhe caía bem.

“Elas são um pouquinho melhores do que as que você usava quando eu o encontrei”, disse sarcasticamente. “Só que vou ter de pagar uma fortuna por elas. Do que é que você está rindo?”

Cody abafou uma risada. Ele desabotoou a calça nova e deixou-a cair a seus pés.

“Merda, Cody, nós estamos numa maldita loja de departamentos”, disse-lhe num sussurro nervoso. Tentei olhar através das frestas da porta para ver se alguma das solícitas vendedoras estariam se aproximando. O garoto estava de pé, as calças arriadas e não estava de cuecas. Seu pau estava em completa atenção e o menino estava fazendo um grande esforço para não soltar uma gargalhada diante de minha expressão de medo.

“Me chupa”, ele ordenou.

“Você está maluco?!”, sussurrei em desespero. “Nós estamos numa das mais exclusivas lojas desta área e você aí de pé mostrando toda essa tesão. Tem gente por toda a parte!”

Cody sorriu de novo.

“Vamos lá, Jeff, aproveite a chance.”

O absurdo da cena mudou minhas idéias e eu comecei a rir baixinho de tudo aquilo. Um menino de treze anos, de pau duro, pedindo que o chupe bem no meio de uma loja. Que loucura. “Ora, foda-se”, pensei comigo mesmo, mais uma vez seduzido pelo menino. Se fôssemos pegos eu ia para a prisão e ele para um orfanato. Mas de alguma forma o perigo aumentava a excitação e eu me surpreendi ficando de pau duro. Ajoelhei-me, depois de mais uma rápida verificada para ver se não havia ninguém por perto.

“Seu merdinha”, disse-lhe enquanto me acercava do pau do menino, “se alguém se aproximar é melhor levantar essas calças num piscar de olhos. E quando você gozar é melhor que não faça o menor barulhinho.” Aquela carne fremente entrou por meus lábios e eu comecei a lamber e a chupar com pressa. Como sempre, seu gosto era delicioso e eu comecei a apreciar o momento. A música de fundo fluía de sobre a cabeça de Cody , enquanto ele suavemente enfiava e tirava sua pica de minha boca.

“Tudo certo aí dentro?”, perguntou uma voz de mulher. Tirei o pau do menino da boca num ápice.

“Sim, sim”, respondi nervoso. Ele está experimentando algumas calças jeans. Sairemos logo, obrigado.”

“Ótimo, senhor. Chame se precisar de alguma coisa”, disse ela cortesmente.

“Obrigado, eu o farei”, respondi, esperando que minha voz não traísse meu tremor.

Cody tapava a boca com a mão e vi que ele balançava de rir. Seu pau continuava duro e coberto de minha saliva.

“Merda, Cody, você devia ter levantado a porra dessa calça. Essa passou perto!”

O menino apenas balançava e se continha, tentando não explodir em riso. Eu devia parecer com alguém que acabasse de ver um fantasma.

“Termine”, ordenou ele entre risos abafados.

Mais uma vez vi o humor daquilo e a tensão diminuiu.

“Você consegue ser um senhor pentelho, às vezes!”, disse e voltei a abocanhar o pau do garoto. Uns minutos depois o menino já não ria, quando enfiou todo o pau em minha boca e despejou todo seu leite em ondas de um delírio de orgasmo. Pensei que ele não fosse parar nunca. Como aquele menino conseguia produzir tanta porra, gastando tanto quanto ele fazia? Engoli cada gota e depois me levantei.

“Ponha a droga das suas roupas e vamos sair daqui”, comandei.

“Obrigado, tio Jeff”, sorriu ele. “Devíamos vir aqui mais vezes.”

“Muito engraçadinho”, disse, fingindo que ia atingi-lo. Gastamos quase quatrocentos dólares em roupa e ele só tinha experimentado uma. Não queria que a vendedora voltasse lá para saber por que demorávamos tanto.

Na quarta-feira, Cody já tinha um novo guarda-roupa, uma nova prancha de skate e uma mountain-bike de 21 marchas. Usando apenas bermudas, ele me deu uma demonstração de skate no caminho de entrada da casa. Ele era tremendamente bem coordenado e belo, movendo-se suavemente num momento, dando um solto no outro. Eu ainda estava enfeitiçado por ele. E foi nessa tarde que ele descobriu o computador.

“O que são essas coisas?”, quis saber ele.

“É a minha coleção de jpegs”.

“O que são jpegs?”

“Figuras apanhadas na Internet.”

“Figuras de quê?”

Sabia que ele ia acabar perguntando, então decidi ser honesto.

“Fotos de garotos adolescentes satisfazendo-se entre si.”

Cody sorriu: “Vamos ver.”

Era o jeito. Liguei o computador, e selecionei um disquete de 100 MB, que continha uma seleção das minhas favoritas.

“Antes de encontrar você, isso era o melhor que eu conseguia”, admiti.

Coloquei na exposição de slides e nós dois nos sentamos para assistir a centenas de meninos se masturbando, chupando, fodendo, gozando ou simplesmente posando. Cody olhava hipnotizado para a tela. Eu podia ver o volume formado sob sua nova calça jeans. As figuras me deixaram excitado também. Aquela era a primeira vez que eu sequer me lembrava delas desde que voltara para casa. Olhando para aquelas fotos, concluí que nenhum dos garotos na tela chegava sequer aos pés de Cody em matéria de beleza. Depois de uns dez minutos o arquivo terminou. Cody olhou para mim:

“Acho que não sou o único garoto que faz esse tipo de coisa”, disse ele, e perguntou de repente: “Como é se ter um pau enfiado na bunda?”

“Como posso saber?”, respondi. “Tudo que eu já fiz eu fiz com você.”

“Você quer tentar?”

Se eu queria tentar? Se eu queria tentar? Droga, eu fantasiava enterrar minha pica naquela jovem bunda perfeita desde que a vi na primeira noite em Montana.

“Acho que pode doer”, declarei.

“É, pode ser, mas podíamos tentar uma vezinha”, sugeriu Cody.

“Cody, vamos estabelecer certas regras. Nós temos nos divertido demais desde que chegamos a Del Mar, mas isso não vai durar para sempre. Nós vamos nos acostumar um com o outro e toda essa excitação vai amainar. Quero que você saiba o seguinte. Você sempre terá o direito de dizer não a qualquer coisa ligada a sexo. Não para mim e para qualquer outra pessoa que seja. Seu corpo e seu e apenas você toma decisões sobre ele, assim como eu tomo sobre o meu. Eu nunca vou forçá-lo a fazer alguma coisa que você não queira e jamais vou querer magoá-lo.” Cody sorriu, os olhos brilhando de amor:

“Você é demais, Jeff.” Ele se curvou e me beijou na face. Eu acariciei seu cabelo.

“Então vamos tentar”, disse ele. Dei um suspiro mas meu pau estava duro como rocha.

“Okay, mas você mete em mim primeiro. Quero saber quanto que dói antes de tentar em você.” Fomos para ,eu quarto e peguei um tubo de lubrificante KY.

“Venha até aqui”, disse, sentando na borda da cama. Apertei o tubo e comecei a passar o lubrificante no pau duro do menino.

“Isso é o bastante”, exclamou Cody. “Não quero gozar sem nem ter começado.”

“Ponha algum no meu cu também”, pedi. Coloquei-me de quatro sobre a cama e senti um arrepio quando as mão do menino aplicaram o lubrificante no meu rabo.

“Okay”, disse ele, “avise se estiver doendo.”

“Você será a segunda pessoa neste quarto a saber”, garanti.

Senti a cabeça de sua jovem pica percorrendo meu rego a procura da entrada do cu. Por fim ela se deteve bem na abertura. “Vai devagar”, ordenei, não sabendo o que esperar. Tentei relaxar ao sentir a tremenda pressão da pica do menino tentando me penetrar. “Ahh!”, exclamei, quando senti a cabeça do pau entrando por fim.

“Está doendo”, perguntou ele, detendo-se.

“É uma sensação estranha, mas não posso dizer que seja dor. Empurre um pouco mais.”

Cody foi pressionando e pouco a pouco mais de sua pica entrava no meu rabo. Doía um pouco mas não era insuportável. Eu mesmo estava com uma senhora ereção só de visualizar aquele pau maravilhoso me penetrando.

“Tudo dentro”, anunciou Cody, enquanto eu sentia a maciez de seus pentelhos contra minhas nádegas.

“Não tenha dúvidas de que eu estou sabendo disso”, repliquei.

“Está doendo?”, perguntou ele sem se mover.

“Um pouquinho”, confessei. “Continue. Estou okay.”

A pica lubrificada do garoto de treze anos começou, lentamente, a entrar e sair do meu cu. Eu nunca experimentara uma sensação como aquela. Não a chamaria exatamente de agradável mas sabia que deveria ser muito bom para o menino do jeito que ele começara a gemer.

“Está gostando?”, perguntei, quando seus movimentos começaram a se acelerar.

“Demais”, respondeu ele, sem perder o ritmo para frente e para trás.

“Gostaria de poder ver a cena”, declarei, segurando-me na cabeceira da cama à medida que seus golpes se tornavam mais fortes e rápidos.

“Merda, Jeff! Posso gozar na sua bunda?”, perguntou ele sem fôlego.

“Por que não?”, brinquei. “Você já gozou em tudo quanto foi lugar, inclusive a cabine da Nordstrom.”

“Sim”, deixou ele escapar um riso entre os dentes. “Ah, porra, aqui vou eu!”

Cody enterrou seu pau profundamente no meu cu. Dei um grito de dor enquanto ele puxava meu rabo firmemente contra seu corpo. Pude sentir um jato de líquido despejado dentro de mim . O menino, sem fôlego, gemia de leve enquanto me enchia de porra. Quando terminou, ele tombou para trás. Pude sentir os restos de seu leite de menino escorrendo por minhas pernas quando seu pau finalmente desengatou. Ele rolou para o lado, sua barriga firme arquejando de prazer. Eu me levantei e peguei uma toalha. Após me limpar, voltei para cama e para o menino pelado.

“Estarei pronto em um minuto”, declarou ele. “Cara, isso foi demais!”

“Você não tem de fazer isso, Cody”, disse-lhe. “Isso dói.” O menino sorriu:

“Se você agüentou, eu também agüento”, declarou. Não foi dito em forma de desafia, mas de uma maneira que demonstrava que ele queria me dar o mesmo prazer que eu lhe tinha dado. Assim, num minuto, eu estava encarando a bundinha mais bonita que eu jamais vira, seu sorriso vertical convidando-me a desfrutá-la. Lubrifiquei meu pau e depois passei os dedos pelo rego do garoto. Achei o botão de sua juventude e botei bastante lubrificante nele, introduzindo de leve a ponta do dedo. Podia senti-lo tentando relaxar.

“Você tem certeza de que quer isso”, perguntei, rezando para que ele não mudasse de idéia.

“Sim. Aproveite!”

Dirigi minha ereção contra aquele cuzinho virgem e pressionei devagar. Ele relaxou mais ainda e a cabeça da pica entrou com uma certa facilidade. Ele não soltou um pio. A sensação de seu cu se fechando contra meu pau duro era incrível e pouco a pouco eu fui penetrando até que todos os dezoito centímetros estavam enterrados dentro do menino. Bem devagar comecei a fodê-lo. Era uma experiência sem igual. Minha masculinidade entrando e saindo daquela criatura maravilhosa que com toda a vontade se prestava aquilo. E o fazia apenas para me dar prazer, pensei, enquanto delicadamente ia para frente e para trás. Eu estava fazendo amor com aquele menino e ele estava fazendo amor comigo. O calor de seu corpo estava drenando tudo o que havia em mim. Tentei admirar minha pica penetrando aquele cu incomparável, as nádegas se abrindo para me receber, mas não consegui senão fechar os olhos e deixar que a eletricidade que subia de meu pau para meu cérebro me dominasse, uma eletricidade sensual que fazia ainda mais forte pelos sentimento que tinha por aquele jovem menino virgem.

Quando gozei, foi como se abrisse uma comporta. Não enterrei fundo meu pau em seu cu como ele fizera comigo, apenas puxei-o firme contra mim e tive o orgasmo mais incrível de toda minha vida. Eu encontrara o garoto mais fabuloso do mundo e não queria que aquilo acabasse nunca.

Por fim, afastei-me e caí deitado. Meu pau estava coberto de porra e lubrificante. Cody pegou a toalha e limpou-se.

“Você gostou?”, perguntou ele.

“Foi como estar no céu”, declarei, sorrindo e resfolegando. Segurei o garoto e trouxe-o para cima de mim. Puxei sua cabeça e beijei-o com mais paixão do que jamais beijara alguém em minha vida. Ele abriu seus lábios e devolveu a paixão. Nossa línguas dançaram. Quando finalmente paramos, olhei dentro daqueles olhos dourados e disse:

“Eu te amo, Cody.”

“Eu também te amo”, respondeu ele.

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